Inimá de Paula apresenta concerto da Orquestra de Câmara de Ouro Branco, no dia 24

Sob regência do maestro Charles Roussin, a Orquestra de Câmara de Ouro Branco fará única apresentação no dia 24 de abril, às 20h, no Museu Inimá de Paula. Apresentando Giovanni Martins, no oboé, Tatiana Martins e Sara Dutra, no violino, Rebeca Tavares, no contrabaixo, e Gustavo Farias, no violão, o grupo é formado por cerca de 20 alunos das oficinas de instrumentos da Casa de Música de Ouro Branco.

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A entrada para o evento é gratuita.

PROGRAMA

Orquestra de Câmara de Ouro Branco

Regência: Charles Roussin

Antonio Vivaldi – Concerto para cordas em Dó menor, RV 118

I – Allegro

II – Largo

III – Allegro

Antonio Vivaldi – Concerto para Oboé e Violino, RV 548

I – Allegro

II – Largo

III – Allegro

Oboé: Giovanni Martins

Violino: Tatiana Martins

Giovanni Bottesini – Concerto para Contrabaixo nº2 em B menor

I – Allegro moderato

II – Andante

III – Finale

Contrabaixo: Rebeca Tavares

Pablo de Sarasate – Romanza Andaluza

Violino: Sara Dutra

Radamés Gnattali – Concerto à Brasileira nº4

I – Allegro moderato

II – Lento

III – Ritmado

Violão: Gustavo Farias

Charles Roussin

Mestre e Bacharel em Regência pela UFMG, Roussin fundou as Orquestras de Câmara de Itaúna e Ouro Branco, na qual tem feito um grande trabalho de formação musical e divulgação da música erudita no estado de Minas Gerais. É diretor artístico dos Festivais “Semana da Música de Ouro Branco” e “Festival Nacional de Música de Divinópolis”. Atuou como regente titular do Coral Lírico de MG e como regente da Orquestra Sinfônica, cumprindo uma extensa programação de concertos didáticos, concertos no parque, circuitos pelo interior do estado, concertos sinfônicos e espetáculos cênicos. Em 2011, ingressou como professor efetivo na UFMG, ocupando as cadeiras de Regência Orquestral e Opera Studio.

A orquestra

Desde sua formação, em 2001, Orquestra de Câmara de Ouro Branco realiza diversos concertos em sua cidade natal e nas cidades da Estrada Real, através do projeto “Circuito Cultural”. Entre as apresentações, destaca-se a obra “A Paixão Segundo São João”, de J.S Bach, em Ouro Preto e Belo Horizonte; “A Missa em Sol Shubert”, em Mariana e Ouro Branco; “Magnificat”, de C. Ph. Emanuel Bach; e “Come, Ye Sons of Arts, away”, de Henry Purcell e “Requiem”, de W.A Mozart, com o Coro da UFMG.

Um dos objetivos da Orquestra jovem é valorizar e incentivar a composição contemporânea de música erudita. Em 2005, estreou as primeiras obras comissionadas, escritas pelos compositores Calimério Soares, Carlos Alberto Pinto Fonseca, Ernani Aguiar, Ronaldo Cadeu e Oiliam Lanna. A Orquestra já se apresentou com importantes solistas, como Alexandre Martins de Barros, Ariana Pedrosa, Elisa Freixo, Lílian Assumpção, Luciana Monteiro, Lúcia Alves Melo, entre outros.

Evento:

Orquestra de Câmara de Ouro Branco

Data: 24 de abril, sexta-feira.

Horário: às 20h.

Local: Museu Inimá de Paula

Classificação: Livre.

Entrada: Franca.

Augusto Fonseca apresenta “Walk me Home”, no Museu Inimá de Paula

Exposição ficará em cartaz de 23 de abril a 25 de maio

walk like an egyptian- acrilica sobre tela- 155 x 190cm- 2014- Augusto Fonseca

Os anos 1980 foram marcantes em acontecimentos políticos, sociais e culturais. Ideologias se perderam, barreiras caíram. A era industrial começava a dar lugar à era da informação. O mundo se tornou mais conectado. Essa década, algumas vezes chamada de “década perdida”, é tema do recente processo de criação de objetos e pinturas de Augusto Fonseca. Todo o trabalho do artista pode ser conferido na exposição “Walk me Home”, em cartaz no Museu Inimá de Paula, de 23 de abril a 25 de maio.

Vários elementos que fazem parte do imaginário coletivo, ligados a cultura pop, estão presentes na exposição. Os trabalhos de Augusto transportam para um passado não muito longínquo, como uma espécie de cápsula do tempo. Objetos da época são colocados e transformados em grandes comprimidos para memória, nos refrescando de possíveis amnésias provocadas pela profusão de informações do mundo contemporâneo.

Todo o processo de criação e produção das peças da exposição aconteceu em 2014. Ao todo, Augusto ficou um ano trabalhando entre pesquisas de objetos, pinturas e contextos. A ideia do tema surgiu através de um gosto pessoal do artista. “Acho que os anos 1980 tem uma temática pouco explorada nas artes plásticas. É uma paixão que tenho, sou fissurado pelo exagero da época. Então quis trabalhar sobre estas questões agora”, explica.

O trabalho, que varia entre a critica ao humor, se caracteriza, ainda, pela mistura de gêneros, como a música e o cinema. “Fui uma criança nos anos 1980. A criação do trabalho foi inspirada em afetividades que guardo desta época, repleta de personagens, personalidades e acontecimentos importantes e que fazem parte da minha formação e também de um imaginário coletivo”, diz o artista.

O artista

Augusto Fonseca é artista plástico, formado pela escola de Belas Artes da UFMG e trabalha no setor de Artes Visuais do Museu de Arte da Pampulha. Realizou diversas exposições, dentre elas: “O Falso Espelho” – Centro de Cultura SESI Mariana (2014), “Quando Penso Ter Razão” – Galeria de Arte do BDMG Cultural (2013), Jornada Solidária Estado de Minas – Museu de Artes e Ofícios – MAO (2011), “Pequeno panorama em pequenos formatos. Reflexões sobre a Pintura” – Quina Galeria (2010), “Outras Cidades Invisíveis” Galeria de arte da CEMIG (2009) e 9° Salão de Artes Visuais de Guarulhos (2009). Participou de variados projetos culturais pela Fundação Municipal de Cultura, como a comissão de seleção do programa 5º Bolsa Pampulha, comissão de organização do programa Cenamusica 2013, além de desenvolver, produzir e executar projetos expositivos e eventos relacionados à área de artes visuais do Museu de Arte da Pampulha.

Sobre o museu

O MUSEU INIMÁ DE PAULA, inaugurado em 2008 reúne em Belo Horizonte um acervo permanente dedicado ao pintor Inimá, traçando um panorama completo de sua vida e obra. São  expostas cerca de 80 obras do artista em constante rodízio, acompanhadas da remontagem de seu Atelier, Sala de Autorretratos e Galeria Virtual.

O espaço tem como objetivo não somente servir à divulgação da vida e obra do artista, mas também o de abrigar eventos culturais em geral, caracterizando-se com um local aberto a exposições de artistas, seminários, cursos, workshops e outros eventos afins. São mais de 3 mil metros quadrados totalmente restaurados e remodelados com tecnologia de ponta em segurança, iluminação, e recursos visuais únicos, que torna o Museu Inimá de Paula um pólo emissor cultural ativo e dinâmico.

O setor educativo do Museu Inimá de Paula é mantido através da Lei Federal de Incentivo a Cultura. Para esta exposição são disponibilizados quatro horários diários para visitas orientadas com arte educadores e entrega de kits. O agendamento é feito pelo (31) 3213- 4320 ou educativo@museuinimadepaula.org.br.

SERVIÇO:

WALK ME HOME – AUGUSTO FONSECA

Data: 23 de abril a 25 de maio.

Local: Museu Inimá de Paula (Rua da Bahia, 1201 –

Horários: terça, quarta, sexta e sábado: 10h às 18h30;

Quinta: 12h às 20h30;

Domingo: 12h às 18h30;

Informações: (31) 3213-4320

ENTRADA GRATUITA.

Exposição “Sobre Imagens e Cidades” de Eliane Roedel no Inimá de Paula

Vencedora de edital realizado no primeiro semestre deste ano ganha visibilidade com exposição de suas obras no Museu Inimá de Paula

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A partir do dia 05 de setembro, o público mineiro pode apreciar mais de perto o trabalho composto por 22 peças – sendo 5 gicleés (reprodução de uma obra de arte pelo método de impressão digital) – de Eliane Roedel, pintora selecionada por meio do primeiro edital para seleção de novos talentos, aberto pelo Museu Inimá de Paula no início de 2013.

De acordo com Eliane, projetos como este são canais democráticos para que artistas que não são comerciais apresentem seu trabalho para a sociedade. “O Museu traz para dentro de seu espaço pessoas desconhecidas do público, mas que possuem uma produção interessante, proporcionando para ambos uma nova proposta de cultura e entretenimento. Essas ações deveriam ser mais incentivadas, divulgadas e apoiadas”, afirma Eliane.

A mostra “Sobre imagens e cidades” – que apresenta traços de linguagem cinematográfica, closes e recortes, planos e fragmentos – traz ‘lugares’ e ‘não-lugares’ que ganham forma a partir da transformação da percepção da contemporaneidade. “Somos submetidos a um excesso de estímulos sensoriais e intelectuais tanto no trabalho quanto na rua ou em casa. A organização espacial da grande cidade moderna obriga os indivíduos a uma visão quase constante de seus semelhantes, sem, contudo, ser possível alguma reciprocidade ou comunicação. Isso é representado pelos espaços em aeroportos, metrôs, supermercados e os grandes blocos de cores neutras que utilizo. É a reprodução do sentimento de isolamento e desorientação proporcionado pelos grandes centros urbanos contemporâneos”, explica a artista salientando que, em contraponto, estarão expostos três quadros com ‘closes’ de abraços, como símbolos de lugares identificáveis, lugares de afeto.

A exposição mostra um olhar sobre a cidade, vista além de suas formas e materialidade, ou seja, enxergando através de suas pulsações, percebendo o lugar não apenas como cenário, mas personagem protagonista e interferindo significativamente no cotidiano e na vida das pessoas. Refletir sobre essas questões pode contribuir para a compreensão de uma série de perguntas, problemáticas e contradições existentes nos espaços de passagem e comunicação.

SERVIÇO

SOBRE IMAGENS E CIDADES, DE ELIANE ROEDEL

 

Local: Museu Inimá de Paula (Rua da Bahia, 1201 – Centro)

Data: 05 a 29 de setembro de 2013

Horário de funcionamento: Terça, quarta e sexta: das 10h às 19h / Quinta: das 12h às 21h / Sábado: das 10h às 19h / Domingo: 12h às 19h

Entrada gratuita

 

Informações para o público: (31) 3213 4320

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Exposição “O DEVIR”: Universos Paralelos Sobrepostos

Mostra do carioca Eduardo Masini chega ao Museu Inimá de Paula no dia 16/08, com fotos, vídeo e instalações

Convite para coquetel - O Devir - 15 de agosto de 2013

Tudo começou quando Eduardo Masini foi levado pelo artista plástico Carlos Vergara para registrar em fotos e vídeos a implosão e o interior do Presídio da Frei Caneca, no Rio. A partir daí, a expressão O Devir, que consolida o termo como um conceito filosófico caracterizando o movimento pelo qual as coisas se transformam, passou a ganhar espaço nas obras de Eduardo.

Dessa forma, o carioca apresenta, no Museu Inimá de Paula, em BH, o resultado do trabalho de colagem fotográfica – composto por 60 imagens do Frei Caneca e 11 de anônimos – que mesclam-se em sobreposições de pessoas  por cima de recortes das celas e demais instalações do lugar, antes de sua implosão total. Segundo Vanda Klabin, curadora da mostra, “O Devir traz diversas peças produzidas por Masini, que ativam o espaço expositivo com um silêncio vibrante por meio do registro de um contexto sociopolítico brasileiro”.

A ideia era contrapor essa realidade esquecida – que apesar das paredes quebradas, ainda guardava parte da história dos detentos, contadas a partir de objetos pessoais, como fotos, recortes de jornal e pesos de academia feitos com garrafas pet e cabo de vassouras – à vida paralela do lado de fora daqueles muros, representada por pessoas que, por motivos diversos, poderiam ter passado por lá. ”O artista vai dar um novo ritmo a esse universo anônimo de isolamento, provocando interpretações e ampliando o significado dos aspectos de uma intimidade sofrida, de um mundo esgarçado, submerso e repleto de inquietações, capturando nesse território privado, interditado, a crueza desses vestígios. Aqui estão os fragmentos de seres humanos, fios entrelaçados de uma memória acumulada de vivências”, completa Klabin.

Do presídio, saíram composições que trazem à tona a realidade de pessoas que viveram em reclusão. “Ao entrar naquele universo desconhecido, fui envolvido por uma sensação estranha. Estava vazio e destruído, e me aflorou um sentimento de abandono, que, imagino eu, devia ser o que as pessoas sentiam, enquanto pagavam suas dívidas com a sociedade. Tudo soava muito real e assustador, um pouco diferente da vida do lado de fora”, afirma Eduardo.

A exposição – que vai até o dia 08 de setembro – conta ainda com uma instalação e a exibição de um videoarte, também assinados por Masini, além de uma instalação datada de 1969, de Carlos Vergara. A obra “Empilhamentos” consiste em peças moldadas a partir de materiais como o papelão, que apresentam corpos humanos massificados, sem rostos definidos, anulando suas identidades. Essa instalação foi produzida durante os anos de Regime Militar brasileiro e representa “a visão crítica que observava com ceticismo as consequências da mercantilização da vida cotidiana numa cultura industrializada”, segundo o escritor Paulo Sérgio Duarte.

A obra “Bruno”, que faz parte da exposição, foi escolhida, recentemente, pelo curador Paulo Herkenhoff para ser adquirida pelo Museu de Arte do Rio (MAR) e entrará para o acervo da instituição em breve. A mostra tem curadoria de Vanda Klabin e produção executiva de Roberto Padilla.

 

SERVIÇO

EXPOSIÇÃO “O DEVIR”, DE EDUARDO MASINI

 

Local: Museu Inimá de Paula (Rua da Bahia, 1201 – Centro)

Data: 16 de agosto a 08 de setembro de 2013

Horário de funcionamento: Terça, quarta e sexta: das 10h às 19h / Quinta: das 12h às 21h / Sábado: das 10h às 19h / Domingo: 12h às 19h

Entrada gratuita

 

Informações para o público: (31) 3213 4320

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Outras informações para imprensa:

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rua aristóteles caldeira, 948 B – barroca – 30431-054 – belo horizonte – mg

 

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