Hora de brindar

Bar em casa oferece conforto e praticidade

 

Happyhour

Para quem gosta de receber amigos ou familiares em casa, ter um bar pode ser uma boa solução. Entre um drink e outro é possível colocar o papo em dia, com segurança e conforto. Para criar um espaço desses no seu lar não é preciso dispor de uma grande área, e sim de criatividade.

O arquiteto Junior Piacesi explica que uma pequena adaptação pode fazer toda a diferença. “Um aparador estrategicamente colocado pode cumprir o papel de bar, desde que consiga acomodar todos os itens necessários”, afirma. Deixe sempre à mão copos, taças, misturadores, coqueteleiras, saca-rolhas e abridores de garrafa.

Sobre o local onde instalá-lo, Piacesi lembra que o bar deve ficar em uma área de convivência, para que o anfitrião não tenha que se deslocar para preparar as bebidas. Nessa hora é bom lembrar daquele vão embaixo da escada ou um canto até então pouco aproveitado. Outra dica é evitar de colocar as bebidas perto da janela. O calor e claridade podem fazer com que elas percam a qualidade e evaporem.

Pouco espaço não é problema

Mesmo em ambientes compactos, não há desculpa para deixar de receber visitas em seu próprio bar. Voltada para o mercado de móveis planejados e funcionais, a Foppapedretti aposta em itens que podem ser dobrados e guardados ou que ocupem pouco espaço. O carrinho Service depois de dobrado ainda pode guardar garrafas de bebida, já o Sprint pode ser guardado no armário.

A empresa também produz kits para fazer drinks, bandejas para petiscos, porta torradas e adegas, sempre levando em consideração a otimização do espaço.

Projetos de arquitetura ganham espaço em ambientes corporativos

Empresas investem em design para melhorar os resultados financeiros e operacionais

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Cada vez mais, empresas  estão investindo em projetos de arquitetura para melhores resultados financeiros e operacionais. Isso porque, o papel de um arquiteto em um ambiente corporativo vai muito além de decorações e layouts. Além de ajudar a fortalecer a identidade de uma marca e causar uma boa impressão nos clientes, a decoração é importante para otimizar espaços, criar uma maior sinergia entre os funcionários e interligar os setores, deixando a rotina da empresa mais fácil e prática.

Segundo o arquiteto Junior Piacesi, responsável pelos projetos de empresas como American, Ventanas da Serra e Massari, o principal desafio é a criação de ambientes funcionais, capazes de agilizar os processos de produção e ajudar no fluxo de informação. “Isso tudo, sem esquecer de adaptar as normas da ABNT ao local”, conta.

De olho nas tendências dos maiores salões de móveis do mundo, como a Feira de Móveis de Milão, Junior destaca algumas ações importantes para a arquitetura corporativa. Em seus projetos, o arquiteto gosta de apostar em móveis inteligentes, para melhor aproveitamento do espaço. “Mesas que viram prateleiras quando suspensas e mesas que viram balcões, por exemplo, são ótimas escolhas para esse tipo de local”, diz.

Trocar as tradicionais paredes pelas divisórias também é importante para a saúde da empresa. “É necessário ajudar na socialização, assim, as informações chegam mais rápido. O ideal é que as divisórias sejam baixas e feitas com materiais acústicos. Sem contar que esses móveis são mais fáceis de montar, são mais baratos do que construir salas, e ficam mais arrojados”, garante Piacesi.

Detalhes como a iluminação fazem toda a diferença em ambientes corporativos. Uma alternativa, segundo o arquiteto, são as mesas com luzes individuais. “A iluminação é a maior responsável pelo conforto. Se muito clara, cansa a vista. Se muito escura, também. O ideal é aproveitar a luminosidade natural. Mas, caso o ambiente não tenha amplas janelas, pode-se colocar luzes em cada mesa. Elas garantem, ainda, mais economia na conta”.

A arquitetura empresarial está tão em alta, potencializada pelo surgimento de novas marcas de móveis especializados, que este ano, a Feira de Milão apresentou, pela primeira vez, o Salão do Ufficio, voltado para ambientes corporativos. “É um mercado que está em expansão, pois as pessoas, hoje em dia, ficam mais tempo no trabalho do que em casa.”, conclui.

A arquitetura corporativa deve expressar o DNA da empresa e o que ela pretende alcançar. Feita com sucesso, contribui para uma estrutura de trabalho mais ágil e organizada. “Uma boa arquitetura empresarial pensa até na economia de papel que a empresa terá”, garante Piacesi.

 

Jardins invadem bastidores do Minas Trend

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Jardinagem foi o tema dos stands das marcas Victor Dzenk, Ellizabeth Marques e Frutacor, no preview de verão do Minas Trend 2016. Projetados pelo arquiteto Junior Piacesi, os espaços foram denominados de “Jardim Secreto”, “Jardim Chinês” e “Jardim Exótico”, respectivamente.

Segundo Piacesi, os stands se diferenciam a partir da linguagem específica que cada marca usa para dialogar com o seu público. “Para fazer cada projeto, tive que procurar entender como eles enxergavam seu próprio jardim”.

Os espaços foram desenvolvidos possibilitando que as marcas pudessem trabalhar livremente com seus temas desta coleção. “O design do stand precisa casar não só com o conceito da marca, mas com as roupas”, disse Piacesi, que trabalha há dez anos nos bastidores das passarelas.

O stand de Dzenk expôs uma série de camisetas com estampas homenageando o centenário de Alceu Penna, o estilista mineiro que vestiu Carmem Miranda. Já o espaço de Ellizabeth Marques retratou um fiel jardim japonês, de uma forma leve e cheia de classe. A Frutacor também surpreendeu o público. “Retratamos um jardim, sem usar o verde. O resultado ficou incrível”, garante Piacesi.